terça-feira, setembro 30

O problema dessas minhas aparições esporádicas é que eu sempre acabo perdendo um tempo precioso digitando justificativas para o sumiço mais recente. É só conferir logo abaixo, os últimos posts foram inaugurados com as mesmas lamúrias. E pelo andar da carruagem (tava demorando pr'eu puxar um clichê da cartola), este aqui não terá um destino muito diferente. Pois é, agora seria o momento mais adequado pr'eu jogar a culpa na "falta de assunto", esse velho cavalo de batalha. Mas a verdade é que nesse intervalo de tempo tive idéias para uma boa meia dúzia de posts; cheguei até a desenvolver alguns trechos mentalmente. Só que para dar-lhes vida, eu teria que abrir a página do Blogger, logar, fazer um rascunho, corrigir o rascunho e, finalmente, publicar. É aí que bate uma preguiça monstra, e eu chego à conclusão de que é muito mais negócio ir dormir (ou pelo menos tentar). O que, aliás, soa como uma sedutora opção no momento. Portanto, os temas que pediam passagem terão que esperar por uma outra vez. Mas tem que ser logo, senão vou desperdiçar mais um post explicando por que sumi durante tanto tempo.

quinta-feira, setembro 11

São basicamente duas opções: poderia preencher este espaço com posts diários repletos de resmungos ou continuar na minha costumeira greve de silêncio. A segunda opção me soa bem mais agradável, portanto, sigamos o mesmo plano de vôo.
Acho que passei uns dois meses sem dar as caras nos meus adorados sebos. Consequentemente, fiquei esse tempo todo sem comprar um mísero cdzinho sequer. Virei um sovina de marca maior, não admito gastar mais de 20 pratas num disco. O jejum foi finalmente quebrado faz umas duas semanas, ocasião em que abracei a extravagância e arrematei três cds numa tacada só. Impossível descrever de maneira inteligível o meu contentamento ao encontrar o Greatest Hits do Catatonia. Ainda por cima na edição dupla limitada. E o segundo cd, de b-sides, abre justamente com Do you believe in me?, minha preferida entre as composições de Cerys Matthews e cia. Life could be great sometimes. Também comprei, a preço de banana, o último dos Delgados. E como em time que está ganhando não se mexe, Hate segue a fórmula do disco anterior, o festejado The Great Eastern, com suntuosas orquestrações e duetos vocais ultralíricos ponteando em praticamente todas as faixas. Por último, mas não menos importante, chegamos ao ótimo Turn on the Bright Lights do Interpol. Para quem, como eu, gosta de rock dos anos 80 (Joy Division, Echo, Smiths) é um prato cheio. Só posso esperar que as próximas visitas ao sebo sejam tão produtivas quanto essa última.

PS: O sistema de comentários voltou após longa e sentida ausência, mas parece que deu sumiço em alguns deles. Que coisa, já não são muitos...